segunda-feira, 11 de maio de 2009

Dedicar-te

Dedicar a ti,
toda musica do mundo,
É fácil, muito fácil...
Pois és como toque suave
de um violino.
É so fechar os olhos, sentir e;
ouvir teu sorriso de menino.

Dedicar a ti todas as flores
do mundo é pouco;
Pois fechando os olhos;
Respiro-te pouco a pouco.

Dedicar a ti todos os meus
melhores sentimentos é fácil;
Muito fácil,
Não preciso nem fechar os olhos;
Meu coração sabe,
e conhece todos os compassos.

Dedicar te o meu amor é simples;
Basta sentir, o cheiro do mar,
a brisa fresca, o sol a brilhar,
Tudo que olho e sinto,
Me faz de ti lembrar.

11/11/2002
Autora: Marlene Bitencourt

APRENDI

Aprendi com o vento,

A me deixar mais solta.

Aprendi com o sol,

A me reluzir todas as manhãs.

Aprendi com a chuva,

A ter sede de conhecimento.

Aprendi com as flores,

A sentir cheiro de vida.

Aprendi com os frutos,

A sentir fome da verdade.

Aprendi com os animais,

A sentir a fidelidade amiga.

Aprendi com os homens

A sentir saudade... e dor.


Autora: Marlene Bitencourt


Viagem

(Paulo César Pinheiro e João de Aquino)

Oh! tristeza me desculpe, estou de malas/ prontas
Hoje a poesia veio ao meu encontro,
Já raiou o dia vamos viajar.
Vamos indo de carona na garupa leve
Do vento macio que vem caminhando,
Desde muito longe, lá do fim do mar.
Vamos visitar a estrela da manhã raiada
Que pensei perdida pela madrugada
Mas que vai escondida querendo brincar.
Senta nesta nuvem clara, minha poesia,
Anda, se prepara, traz uma cantiga,
Vamos espalhando música no ar.

Olha quantas aves brancas, minha poesia,
dançam nossa valsa pelo céu que o dia
Fez todo bordado de raios de sol
Oh! poesia me ajude, vou colher avencas,
Lírios, rosas, dálias pelos campos verdes,
Que você batiza de jardins do céu.
Mas pode ficar tranqüila, minha poesia,
Pois nós voltaremos numa estrela guia,
Num clarão de lua quando serenar.
Ou talvez, até quem sabe, nós só voltaremos
No cavalo baio, no alazão da noite
Cujo nome é raio, raio de luar.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Felicidade

Felicidade!
uma palavra tão simples...
Que parece ser apenas
um substantivo comum...
E é tão incomum acreditarmos
na beleza desta palavra...
Uma palavra que cabe no brilho dos olhos
quando amamos;
Na sutileza dos encontros amigos
se os encontramos;
No sorriso do filho
a quem amamos;
Na face já marcada de nossos pais
de quem nos exemplamos;
Na beleza do amanhecer
que sempre aguardamos.
Felicidade, esta palavra
de uma feminilidade extrema...
Que nos faz escrever poemas,
mesmo quando nos resta dor.
Felicidade, palavra mágica,
de uma clareza infinda.
Que nos faz querê-la sempre
e torná-la mais linda.

Autora: Marlene Santos Bitencourt

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Poesia com meu toque pessoal


Quando te vi

Quando te vi pela primeira vez;
Já sabia....
Que minha alma precisava;
De companhia.

Sabia que a ternura vivia em algum lugar;
Nos olhos de alguém;
Sabia que o amor pleno;
Batia em peitos, em corações .

Sabia, que o riso doce;
Era capaz de existir;
O toque paivara em algumas mãos.

Sabia que a paz plena;
A energia serena ;
O beijo doce ;
O cheiro, Ah! o cheiro.

Sabia que existia o ser feliz ;
Existia o bem querer;
Existia o querer bem .

Sabia que existia você;
Com todos os toques, cheiros;
Gostos, olhares e magias;

Mas, como soube tarde.


Autora: Marlene Santos Bitencourt

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Just like heaven - E no oitavo dia Deus criou Josh Groban.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Josh_Groban

Nome completo: Joshua Winslow Groban
Data de nascimento:
27 de fevereiro de 1981
Los Angeles, Califórnia
País: Estados Unidos da América
Gêneros: pop e música clássica
Instrumentos: vocal, piano e bateria
Sítio oficial : http://www.joshgroban.com/

Cantinho da Poesia



PERDOA-ME


Perdoa-me, se no baile de minhas ilusões;
Coloquei-te como parceiro de minha dança;
Se, na minha ânsia de ser feliz, de amar;
Sonhei feito criança.

Perdoa-me, se busquei em tua liberdade;
Tua luz, teu brilho;
Ansiei-te como uma mãe, anseia um filho.

Perdoa-me por sentir tua, ausência, tua falta;
Fazer de ti podium;
Ombro, proteção, soneto, pauta;
Luz da minha ribalta.

Perdoa-me por ansiar por ver te;
Passar as mãos em teus cabelos, beijar a tua boca;.
Enfim, ao teu lado perder-me, despojar de minha pele;
Dos meus toques, de minha roupa;

Perdoa-me pois sou humana;
Vivo minhas crenças, permito-me ser eu mesma;
Arranco felicidade mesmo na minha tristeza;
Vejo, desejo, o melhor para todos;
Em todos os momentos que vivo.

Perdoa-me, pois sou transparente;
Gosto de doce, gosto de bicho, gosto de gente;
Adoro andar de pés descalços, permito-me a nudez dos meus sentimentos;
Mesmo nos momentos de medo;
Sou musica, sou coração, sou sentimentos, sou paixão.

Perdoa-me, por senti-lo mesmo de longe;
Respirar o teu perfume, mesmo sem tua permissão;
Como já te disse, sou fogo, sou verdadeira;
Sou coração.


Autora: Marlene Santos Bitencourt